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Tangerina, produtora de filmes independentes, prepara três séries para TV

Tangerina, produtora de filmes independentes, prepara três séries para TV

Conhecida pelos seus títulos cinematográficos, como os premiados longas-metragens “Hoje” e “De Menor”, a Tangerina Entretenimento reforça sua atuação no segmento de conteúdo para televisão. O objetivo é agregar aos trabalhos televisivos a reconhecida ousadia e o prestígio conquistado por suas produções cinematográficas.

Atualmente, a produtora tem uma série em gravação – “Causando na Rua” – e duas outras em desenvolvimento: “De Menor”, adaptação do longa-metragem vencedor do Festival do Rio de mesmo nome, e “A Mulher Que Era o General da Casa”, baseada no livro homônimo de Paulo Moreira Leite.

A empresa já conta em seu portfólio com produções televisivas, como os documentários “Mascarianas”, “Vestígios” e “O Rei do Carimã”, além da série “Trago Comigo” (que se transformou em um longa-metragem). O longa “Antônia”, por outro lado, gerou uma série, que foi realizada pela O2 filmes e mereceu indicação ao prêmio Emmy Internacional.

Comandada pelas sócias Tata Amaral e Caru Alves de Souza, a Tangerina Entretenimento continua atuante em longas. “Trago Comigo”, estrelado por Carlos Alberto Riccelli e dirigido por Tata Amaral, tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2016. Outros três novos projetos, todos longas-metragens independentes, encontram-se em desenvolvimento: “Bagdá”, de Caru Alves de Souza, uma parceria com a produtora Manjericão Filmes, “Sequestro Relâmpago”, de Tata Amaral, e “Vanessa”, de Francisco Cesar Filho.

“Causando na Rua”

Com gravações em locações na cidade de São Paulo até o dia 23 de dezembro, “Causando na Rua” é uma série de 13 episódios de 26 minutos que mostra ações de coletivos no espaço público. Com o objetivo de “causar” a série pretende mostrar situações de conflito entre a arte e o espaço público, como coletivo OPNI com seu projeto “Quadro Negro”, que pinta rostos de negros famosos pela cidade.

A série tem direção geral de Tata Amaral, responsável por títulos marcantes da cinematografia brasileira recente, como “Um Céu de Estrelas” (1996), filme considerado um dos três mais importantes da década de 1990; “Antônia” (2006, adaptado pelo Rede Globo numa minissérie indicado ao Emmy, o ‘Oscar da televisão’) e “Hoje” (2011). Este último foi o grande vencedor do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde conquistou as premiações de melhor filme, atriz (para Denise Fraga), fotografia, direção de arte e roteiro, além do prêmio da crítica. A diretora responde ainda por um elogiado episódio da série “Psi”, da HBO, e está escalada também para a série “1000 Dias”, a ser produzida em 2016 pelo Cine Group.

Entre os diretores dos episódios de “Causando na Rua” estão Maria Farkas e Caru Alves de Souza. A premiada cineasta Cláudia Priscilla integra a equipe de pesquisa da série. Os coletivos focalizados nos episódios são:

* Cia. Pessoal do Faroeste – grupo de teatro que faz uma cartografia afetiva do “quadrilátero do pecado. Esse quadrilátero, que inclui a Boca do Lixo, na região da Luz, no centro paulistano, é o local de moradia de prostitutas e a cartografia afetiva busca mostrar quem são as pessoas do bairro;

* Paulestinos – coletivo cujo nome vem da junção de paulistas + nordestinos, formada por Renoir Santos e Atila Fragoso, criam lambes com a temática e parceria com refugiados. É formado por Renoir Santos e Atila Fragoso;

* OPNI – dois grafiteiros de São Mateus, distrito da zona leste da cidade, autores de uma galeria a céu aberto, com uma série de casas grafitadas, criam para a série o projeto “Quadro Negro”, com a imagem de Luiz Gama em uma empena em frente à Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco.

* Tapete Manifesto – peça teatral realizada na rua pelo coletivo XXXX que aborda situações de violência contra mulher, empoderamento etc. A peça, realizada em praça pública, provoca nos passantes reações inusitadas.

* Rios e Ruas – coletivo que discute e atua em prol da reabertura dos rios e outros cursos de água canalizados da cidade.

* Sansacroma – coletivo de dança/performance que discute o racismo, a descentralização da cultura e o feminismo.

* Disco Xepa – coletivo que atua contra o desperdício de alimentos e pela sustentabilidade nos centros humanos.

* Coletive Friccional – coletivo que discute o corpo feminilizado.

* Guarani Mbya – coletivo de música e dança tradicional que atua pela demarcação de terras.

* Rafael e Love CET – coletivo que discute a ocupação urbana e o deslocamento.

* casadalapa – coletivo que, entre outras atividades, desenvolve performances discutindo a violência policial.

* Pretas Peri – coletivo voltado à cultura periférica, através de poesias e saraus.


“De Menor”
A série ficcional “De Menor”, composta por 13 episódios de 52 minutos, se concentra no dia-a-dia do Fórum Central da cidade de São Paulo e no julgamento dos casos. Como contraponto, apresenta as histórias das famílias dos adolescentes que passam pela Vara da Infância e da Juventude (em casos de delito e criminalidade, adoção, guarda de filhos, entre outros). Os personagens centrais são dois juízes, dois promotores e dois defensores, que se revezam nos casos e estabelecem relações entre si e entre os adolescentes que defendem.

De autoria de Caru Alves de Souza e Marton Olympio (das séries “Natalia” e “Musas”), “De Menor” é baseado no longa-metragem homônimo, obra vencedora do Festival do Rio.


“Trago Comigo”
Adaptação de série televisiva transmitida pela TV Cultura e pelo SescTV, “Trago Comigo” focaliza um um diretor de teatro, ex-membro da luta armada contra a ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985), preso e posteriormente exilado político. Interpretado por Carlos Alberto Riccelli, o personagem é convidado para dar uma entrevista, quando se dá conta de que não tem memória alguma dos meses que passou clandestino e de como aconteceu sua prisão.

Através da peça de teatro que passa a montar junto com seu jovem elenco, ele vai mergulhar na sua própria história e na história de seu país, envolvendo sua militância e encarceramento, revelando para si e para todos aquilo que, de tão doloroso, preferiu esquecer.Depoimentos reais de ex-militantes contrários ao regime militar dialogam diretamente com a ação da trama.

Com lançamento apontado para o primeiro semestre de 2016, a obra venceu o prêmio do público no Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo e o prêmio de melhor filme no Festival de Sucre, na Bolívia.

“A Mulher Que Era o General da Casa”
Adaptação do livro homônimo do jornalista Paulo Moreira Leite, a série “A Mulher Que Era o General da Casa” tem direção de Tata Amaral e focaliza aspectos mais relevantes e menos conhecidos da resistência à ditadura civil-militar brasileira (1964-1985): a luta do cidadão comum, daqueles que foram capazes de enfrentar as dores de seu tempo e mobilizar a sociedade civil para defender os direitos dos que eram sequestrados, presos e torturados.








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Fonte: www.facebook.com/tangerinaentretenimento/
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